Marianne Bachmeier (3 de junho de 1950 – 17 de setembro de 1996) foi uma mulher alemã que, em 6 de março de 1981, atirou e matou Klaus Grabowski, o assassino de sua filha de sete anos, Anna Bachmeier, em um tribunal de Lübeck. O caso atraiu enorme atenção da mídia na Alemanha e internacionalmente.
A filha de Marianne, Anna, foi estuprada e assassinada em maio de 1980 por Klaus Grabowski, um açougueiro de 35 anos com antecedentes criminais de crimes sexuais contra crianças. Frustrada com a aparente lentidão do sistema judicial e a dor da perda, Marianne Bachmeier invadiu a sala do tribunal durante o julgamento de Grabowski e disparou oito tiros com uma Beretta 70, matando-o instantaneamente. Ela admitiu o crime.
O julgamento de Marianne Bachmeier por homicídio culposo foi um evento da mídia de grande repercussão. Sua defesa argumentou que ela agiu sob forte emoção e em resposta à inadequação do sistema de justiça. Apesar de a ação ser ilegal, muitos na sociedade sentiram simpatia por sua situação. Ela foi condenada por homicídio culposo e sentenciada a seis anos de prisão, dos quais cumpriu pouco mais de três. O caso gerou um debate significativo sobre [<a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/justiça%20vigilante">justiça vigilante</a>] e o papel da emoção no sistema legal.
O caso de Marianne Bachmeier levantou questões importantes sobre [<a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/vítimas%20de%20crimes">vítimas de crimes</a>], [<a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/punição">punição</a>] e [<a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/justiça">justiça</a>]. A história de Bachmeier foi adaptada em um filme para televisão, "Ein Vater, eine Tochter und eine Pistole" (Um Pai, Uma Filha e Uma Pistola) em 2005. Sua história continua a ser discutida como um exemplo extremo da dor e da frustração que as pessoas podem sentir quando acreditam que o sistema judicial falhou com elas.
Após sua libertação da prisão, Marianne Bachmeier mudou-se para a Nigéria, onde trabalhou como empresária. Retornou à Alemanha no final da década de 1990 e morreu de câncer em 1996, aos 46 anos. Foi enterrada ao lado de sua filha Anna em Lübeck.
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